Paz

A paz estabelecera-se, a paisagem dos seus afectos estava agora em equilíbrio, foi na margem do rio que festejou, há muito que não balançava o corpo entre as ondas, era da sensação de fusão com o cosmos que precisava, ele privara-a do seu inferno, só lhe podia agradecer, porque o dela ardia em chamas entre as águas e isso bastava-lhe.

publicado por Isabel Afonso às 18:54 | link do post | participe