De profundis valse lente

A memória de uma desmemória que não precisa de nada, bastam os dois primeiros parágrafos, o resto não se explica...sempre que arrumo a estante onde guardo este livro, ainda me comovo, não é um livro é uma parte de mim, quase que arriscaria de..nós.

publicado por Isabel Afonso às 22:06 | link do post | participe