Domingo, 29.01.12

Estilhaços de um romance (7)

Em tempos foram namorados mas nunca se perderam de vista, talvez se amassem para sempre, ele um viajante compulsivo, ela embora mais contida na exploração do espaço, perdera-se no tempo em divagações várias, ambos com cerca de quarenta anos, ainda que o tempo não fosse nada e transformesse  tudo em coisa nenhuma, ainda da matéria não se podiam livrar e da alma também não....

publicado por Isabel Afonso às 23:59 | link do post | participe

Pó de Borboleta

Virginia Woolf


Quando for grande, andarei sempre com um bloco de notas, um bloco bastante grande e com muitas páginas, todas metodicamente organizadas por ordem alfabética. Tomarei nota de todas as frases. Na letra B colocarei «pó de borboleta».

Virginia Wool, As Ondas.

publicado por Isabel Afonso às 19:37 | link do post | participe

Influências (1) Henrique Vaz

publicado por Isabel Afonso às 15:57 | link do post | participe

Half

Alojou-se em minha casa um canídeo pequeno rebaptizado por mim com o nome de Half.

 Half está a cumprir pena de existência, neste caso a idade não será um posto nem lhe confere qualquer tipo de estatuto que possa fazer inveja a um cachorro quente.

publicado por Isabel Afonso às 11:29 | link do post | participe
Sexta-feira, 27.01.12

Sete Palmos

A distância que me separa
da paz dos sentidos
das inquietações
das dúvidas
um lugar sem compromissos
sem tempo
nem contratempos
O fim da decadência
um lugar de silêncios infinitos
Aqui
Um carrocel de coisa nenhuma
e esta obrigação cada vez mais dolorosa
de fingir que existo
Resgato vontades
Reúno esforços
Adorno-me de guerreira
Desconhecendo a razão
Uma força vital estranha a mim mesma
alimentada de coisa nenhuma
sem nome nem contornos
num exercício no sense
que se basta  a si próprio

publicado por Isabel Afonso às 21:28 | link do post | participe

Melancholia

Lars Von Trier cria um personagem fantástico...uma tia Coração de Aço

publicado por Isabel Afonso às 19:13 | link do post | participe

Estilhaços de um romance (6)

 

 - Ter consciência das coisas de nada nos serve.

 -  A mim coube-me a leveza e a consciência do absurdo, um belo fardo pois com toda a certeza.

publicado por Isabel Afonso às 18:58 | link do post | participe
Quinta-feira, 26.01.12

O que ando a ver (1)

publicado por Isabel Afonso às 18:59 | link do post | participe

Excertos do que ando a ler (1)

 "A felicidade que pode advir de um segundo olhar é fulcral no conceito

terapêutico de Proust..."

          In Como Proust pode mudar a sua vida de Alain Botton

publicado por Isabel Afonso às 18:05 | link do post | participe
Quarta-feira, 25.01.12

Estilhaços de um romance (5)

- E o amor?

- Um dia destes inventeio-o, assim num local inóspito para que o desafio fosse grande.
- Não acredito, fizeste isso ao amor...tu és tramada, há anos que te vejo usar e abusar dos homens, sem te envolveres, até faz pena.
publicado por Isabel Afonso às 19:37 | link do post | participe | ver comentários (2)

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